A justificação para o que aconteceu ao atrelado é um retrato do Estado: não havia dinheiro e tudo demora muito tempo. Poupou-nos dinheiro, ficou nas mãos de quem tem negócios com o Estado. Talvez Neves tenha estado “sempre do lado do bem”, mas sabemos para onde nos leva o argumento quando é salvo-conduto para ignorar regras. Porque, quando o poder casa com a informalidade gera arbitrariedade. Noutro nível de exigência, talvez tivesse de se demitir. Quando a bitola é Montenegro, não faria sentido